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Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos



No acumulado do 1º semestre, o Brasil gerou 392.461 empregos com carteira assinada, a maioria (71%) deles no setor de serviços. Por outro lado, o comércio perdeu 94.839 vagas nesse mesmo período.


Em todo o ano de 2017, a economia brasileira fechou 20.832 postos de trabalho formais. Foi o terceiro ano seguido em que houve mais demissões do que contratações no país. Entre 2015 e 2017, o país fechou um total de 2,88 milhões de vagas de emprego, a maior parte delas na construção civil e na indústria.


Para os próximos meses, a expectativa é que a geração de vagas continue fraca, mas não necessariamente estagnada ou no negativo.



Os economistas lembram que os meses de agosto e setembro geralmente registram bons números, em função da contratação para as festas de fim de ano. "A projeção contempla retomada da criação de vagas nos próximos meses e um resultado negativo em dezembro, típico do mês", explica Castelli.


Pelas projeções da GO Associados, mantido o ritmo atual e as estimativas para o PIB, o mercado de trabalho só deverá recuperar os 3 milhões de postos formais perdidos nos últimos 3 anos e retomar ao nível de emprego pré-crise a partir de meados de 2021.
Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos Reviewed by Voz de Rondônia on julho 30, 2018 Rating: 5

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