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A médica, Aline Chipola, plantonista hoje (13) no Serviço de Pronto Atendimento Astir descreve 2 patologias apresentadas durante seu plantão. Porém, outras enfermidades como dores músculo esqueléticas, lombar, náuseas, vômitos, alergias, cólicas de qualquer etiologia, entre outras sejam relatadas por pacientes e imediatamente tratadas.


A médica fala que as histórias dos associados mais apresentadas são:

Malária

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. A cura é possível se a doença for tratada em tempo oportuno e de forma adequada. Contudo, a malária pode evoluir para forma grave e para óbito.

No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada que na região Amazônica.

Sintomas

Os sintomas são febre alta, calafrios, tremores, sudorese e dor de cabeça,que podem ocorrer de forma cíclica. Muitas pessoas, antes de apresentarem estas manifestações mais características, sentem náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite.

Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção.

A malária grave caracteriza-se pelo aparecimento de um ou mais destes sintomas: prostração, alteração da consciência, dispnéia ou hiperventilação, convulsões, hipotensão arterial ou choque, hemorragias, entre outros sinais.

Transmissão

A malária é transmitida por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium, um tipo de protozoário. Estes mosquitos são mais abundantes ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno, em menor quantidade.

A malária não é uma doença contagiosa. Ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente a outra pessoa. É necessário o vetor para realizar a transmissão.

Apenas as fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles são capazes de transmitir a malária.

O período de incubação da malária varia de acordo com a espécie de plasmódio.

Prevenção

Entre as medidas de prevenção individual estão: uso de mosquiteiros, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso de repelentes.

Já as medidas de prevenção coletiva contra malária são borrifação intradomiciliar, uso de mosquiteiros, drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e uso racional da terra.

Não existe vacina contra a malária. Algumas substâncias capazes de gerar imunidade foram desenvolvidas e estudadas, mas os resultados encontrados ainda não são satisfatórios para a implantação da vacinação.

Tratamento

No geral, após a confirmação da doença, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos que são fornecidos gratuitamente em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). Somente os casos graves deverão ser hospitalizados de imediato.

O tratamento indicado depende de alguns fatores, como a espécie do protozoário infectante; a idade do paciente; condições associadas, tais como gravidez e outros problemas de saúde; além da gravidade da doença.

Quando realizado de maneira correta, o tratamento da malária garante a cura da doença.

A médica explica que o paciente ao dar entrada na emergência a terapêutica é iniciado de imediato, até a estabilização do associado. “O Hospital de referência para malária e outras infecções é o CEMETRON, o qual dispõe de medicamentos específicos com distribuição gratuita de acordo com receituário médico e do diagnóstico; dependendo da gravidade do caso, o motorista socorrista é acionado e de posse da receita vai ao CEMETRON ou posto de saúde mais próximo retirar a medição e ainda havendo necessidade o paciente é internado no Hospital Tiradentes até a cura completa, afirmou”.

Enxaqueca

A enxaqueca é uma doença neurológica, genética e crônica cuja principal característica é a dor de cabeça latejante, em um ou nos dois lados da cabeça.

Outros sintomas muito comuns da enxaqueca:

– sensibilidade à luz, a cheiros, ao barulho;

– náuseas, vômitos;

– sintomas visuais, como pontos luminosos, escuros, linhas em ziguezague que antecedem ou acompanham as crises de dor;

– formigamento e dormências no corpo (as auras da enxaqueca);

– tonturas, sensibilidade a movimentos ou passar mal em viagens de carro, ônibus, barco.

Atualmente já se sabe que a enxaqueca é uma doença de todo o cérebro, onde a tendência genética e o ambiente (gatilhos) interagem o tempo todo.

Dez principais causas de enxaqueca:

– preocupações excessivas, ansiedade, tensão, estresse;

– ficar sem comer. O jejum é o aspecto alimentar mais importante para desencadear dores de cabeça. Longo tempo sem comer pode gerar uma queda na taxa de açúcar do sangue e provocar a produção de substâncias que causam dor. O ideal é comer algo a cada 3 ou 4 horas, e também não exagerar na comida quando passar muito tempo em jejum;

– dormir mal. Bom sono é uma condição fundamental para o bem estar de uma maneira geral, e também para o equilíbrio das enxaquecas e outras dores de cabeça. Dormir pouco, dormir muito, demorar a pegar no sono, acordar no meio da noite, roncar e ter sonolência de dia, ir dormir e acordar muito tarde é todos possíveis desencadeantes de dor de cabeça;

– ciclo hormonal. A temida TPM (tensão pré-menstrual) carrega consigo crises de cefaléia. As enxaquecas na mulher tendem a ser mais concentradas no período menstrual ou pré-menstrual. Irregularidades menstruais, endometriose, ovários policísticos e reposição hormonal, podem ser fatores que agravam as enxaquecas;

– irritação e alterações do humor. A irritabilidade aparece normalmente junto com uma crise de enxaqueca, mas também pode ser um motivo gerador de novas dores. Altos e baixos no humor, pavio curto, passar muita raiva (guardando ou explodindo, tanto faz), impaciência, são combinações para desencadear uma enxaqueca. Tudo o que for feito no sentido de relaxar, acalmar e treinar a paciência é útil;

– excesso de cafeína. Tomar muito café, bebidas cafeinadas, chocolates, e até mesmo analgésicos que contenham cafeína são provocadores de enxaqueca;

– falta de exercícios físicos. Realizar exercícios faz com que o organismo produza endorfinas, regulariza a produção de neurotransmissores como a serotonina, melatonina, tornando o organismo mais saudável e mais resistente à dor;

– uso excessivo de analgésicos. Analgésicos não tratam a enxaqueca, só aliviam a intensidade e a duração das crises. O uso de analgésicos pode vir a tornar crônica, piorar a enxaqueca, tornando-a mais resistente e mais freqüente;

– alimentos como chocolate, frutas cítricas, alimentos muito gelados (sorvetes), nozes, alimentos gordurosos, condimentados, ricos em glutamato monossódico (presente em salgadinhos, molhos, adoçantes), podem agravar as enxaquecas;

– causas genéticas. Deve-se reconhecer rapidamente a enxaqueca na infância, adolescência, início da vida adulta em filhos de pessoas que sofrem com a enxaqueca, para que ela possa ser tratada adequadamente, preventivamente, evitando que as crises apareçam e que a enxaqueca se desenvolva até um estágio crônico.
Serviço de Pronto Atendimento Astir Urgências e emergências 24 horas, 7 dias por semana Serviço de Pronto Atendimento Astir Urgências e emergências 24 horas, 7 dias por semana Reviewed by Edivaldo Fogaça on novembro 26, 2018 Rating: 5

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