Por G1 Zona da Mata
Na última sexta-feira (19), um tiroteio entre policiais civis de Minas Gerais e de São Paulo deixou um policial, de 37 anos, morto no estacionamento de um hospital em Juiz de Fora. No local do crime, também estavam empresários de empresa de segurança e doleiros.
Quatro policiais foram presos por lavagem de dinheiro; um homem de 42 anos foi preso por homicídio e um idoso de 66, por estelionato tentado. Mais de R$ 14 milhões - a maioria em notas falsas - foram apreendidos, junto com armas, cartuchos, carros e distintivos.
O caso segue em apuração na Delegacia de Homicídios de Juiz de Fora. De acordo com a assessoria da Polícia Civil de Minas Gerais, não serão repassadas informações até a conclusão do inquérito. Também não há prazo definido, porque o delegado responsável, Armando Avólio, pode solicitar prorrogação.
Também está em andamento a apuração das atuações dos policiais na Corregedoria da Polícia Civil mineira.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) disse que aguarda a apuração do caso e que, se comprovados os desvios de conduta, os policiais envolvidos responderão administrativa e criminalmente, de acordo com os atos praticado por cada um.
Após a audiência de custódia neste domingo (21) no Fórum Benjamim Colucci, em Juiz de Fora, quatro policiais de São Paulo tiveram as prisões em flagrante confirmadas e deram entrada no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (22).




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