Porto Velho, RO - A Prefeitura de Porto Velho, em parceria com a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA), consolida uma política pública estruturada e humanizada de acolhimento a migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social. Os dados do Relatório Trimestral da Casa de Passagem Esperança evidenciam a dimensão e a efetividade do trabalho desenvolvido no município.
Localizada na Rua Nova Petrópolis, nº 9207, no bairro Cascalheira, zona Leste da capital, a Casa de Passagem Esperança é um serviço de proteção social de alta complexidade, com capacidade para acolher até 50 migrantes e refugiados estrangeiros. O espaço atua na prevenção do agravamento de situações de negligência, violência e ruptura de vínculos, promovendo a convivência comunitária e o acesso à rede socioassistencial, às políticas públicas setoriais e aos órgãos de garantia de direitos.
Até o fechamento do relatório, a Casa de Passagem registrou 148 acolhimentos, com média mensal aproximada de 49 atendimentos, demonstrando resposta contínua à crescente demanda migratória em Porto Velho. Desse total, 92 acolhidos são homens e 56 mulheres, com atendimento adaptado às necessidades específicas de cada grupo, sempre com respeito, equidade e dignidade.
Perfil dos acolhidos
Entre setembro e novembro de 2025, foram acolhidos 146 migrantes, além de dois acolhimentos remanescentes de projeto anterior, com destaque para o mês de outubro, que concentrou 76 acolhimentos. O público atendido abrange todas as faixas etárias, incluindo 47 menores de idade e 4 idosos, grupos que demandam acompanhamento de maior complexidade.
Dos 148 acolhimentos realizados, 29 foram de núcleos familiares e 49 de pessoas acolhidas individualmente, mostrando que a Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizado.
A diversidade de nacionalidades também marca o serviço. A maioria dos acolhidos é oriunda de países da América Latina, com predominância de venezuelanos. Os dados apontam a seguinte distribuição:
Venezuela: 110
Colômbia: 14
Peru: 7
Brasil*: 5
Chile: 3
Equador: 3
Uruguai: 2
Argentina: 1
Cuba: 1
Eritreia: 1
Libéria: 1
Os acolhidos brasileiros são filhos de estrangeiros em situação de migração.
Estrutura, serviços e alimentação
Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizado
Dos 148 acolhimentos realizados, 29 foram de núcleos familiares e 49 de pessoas acolhidas individualmente, mostrando que a Casa de Passagem Esperança é referência em acolhimento seguro, inclusivo e humanizado.
A diversidade de nacionalidades também marca o serviço. A maioria dos acolhidos é oriunda de países da América Latina, com predominância de venezuelanos. Os dados apontam a seguinte distribuição:
Venezuela: 110
Colômbia: 14
Peru: 7
Brasil*: 5
Chile: 3
Equador: 3
Uruguai: 2
Argentina: 1
Cuba: 1
Eritreia: 1
Libéria: 1
Os acolhidos brasileiros são filhos de estrangeiros em situação de migração.
Estrutura, serviços e alimentação
A Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinar composta por 1 coordenador, 1 assistente de projeto, 2 assistentes sociais, 1 psicóloga, 1 assistente administrativo, 12 educadores sociais, 2 cozinheiras, 2 auxiliares de cozinha, 4 vigilantes, 2 motoristas, 2 profissionais de serviços gerais e 1 auxiliar de jardinagem.
Entre os serviços ofertados estão alojamento com 50 vagas, três refeições diárias, atendimento social e psicológico, encaminhamentos para serviços públicos, transporte, lavanderia e espaço para cursos e atividades.
No período analisado, foram servidas 6.913 refeições, com alimentação saudável e balanceada, além da distribuição de 737 doações, incluindo roupas, calçados, kits de higiene e brinquedos, garantindo condições básicas de dignidade aos acolhidos.
Atendimento psicossocial
Casa de Passagem Esperança conta com uma equipe multidisciplinar
Entre os serviços ofertados estão alojamento com 50 vagas, três refeições diárias, atendimento social e psicológico, encaminhamentos para serviços públicos, transporte, lavanderia e espaço para cursos e atividades.
No período analisado, foram servidas 6.913 refeições, com alimentação saudável e balanceada, além da distribuição de 737 doações, incluindo roupas, calçados, kits de higiene e brinquedos, garantindo condições básicas de dignidade aos acolhidos.
Atendimento psicossocial
O relatório aponta que 141 acolhidos receberam atendimento psicológico, com 62 atendimentos individuais e 14 encaminhamentos para unidades de saúde. Ao longo do trimestre, foram realizadas 18 ações de reflexão e psicoeducação, fortalecendo o cuidado emocional e o acolhimento humanizado.
Na área social, foram registrados 129 atendimentos individuais, com 71 encaminhamentos para unidades de saúde, 39 encaminhamentos para órgãos públicos e 74 encaminhamentos para atendimentos sociais. Também foram emitidas 90 declarações e promovidas 18 ações sociais, com foco na orientação sobre direitos, deveres, regularização documental e acesso a políticas públicas.
Autonomia, trabalho e novos recomeços
Um dos pilares do trabalho desenvolvido é a promoção da autonomia dos migrantes e refugiados. Todos os profissionais atuam diariamente na construção de oportunidades, por meio da confecção de currículos, mediação para inserção no mercado de trabalho formal e informal e apoio para acesso à moradia.
Os resultados incluem a elaboração de 200 currículos, 33 inserções em trabalho formal, 65 em trabalho informal e 18 casos de aluguel de moradia, garantindo condições para que os acolhidos possam reconstruir suas vidas com dignidade.
Entre setembro e novembro de 2025, a Casa de Passagem Esperança realizou o desligamento de 103 acolhidos, assegurando que todos deixassem o serviço com o suporte necessário para um novo começo. Desses, 47 permaneceram na Região Norte, 15 seguiram para o Centro-Oeste, 10 para o Sudeste, 6 para a Região Sul, 22 retornaram à Venezuela e 3 não informaram o destino.
Os dados mostram ainda que 112 acolhidos relataram estar apenas de passagem por Porto Velho. Para os 18 que optaram por permanecer na capital, a Prefeitura, em parceria com a instituição, ofereceu acompanhamento até a estabilização social e econômica.
Texto: Jhon Silva/Fotos: Júnior Costa
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Na área social, foram registrados 129 atendimentos individuais, com 71 encaminhamentos para unidades de saúde, 39 encaminhamentos para órgãos públicos e 74 encaminhamentos para atendimentos sociais. Também foram emitidas 90 declarações e promovidas 18 ações sociais, com foco na orientação sobre direitos, deveres, regularização documental e acesso a políticas públicas.
Autonomia, trabalho e novos recomeços
Um dos pilares do trabalho desenvolvido é a promoção da autonomia dos migrantes e refugiados. Todos os profissionais atuam diariamente na construção de oportunidades, por meio da confecção de currículos, mediação para inserção no mercado de trabalho formal e informal e apoio para acesso à moradia.
Os resultados incluem a elaboração de 200 currículos, 33 inserções em trabalho formal, 65 em trabalho informal e 18 casos de aluguel de moradia, garantindo condições para que os acolhidos possam reconstruir suas vidas com dignidade.
Entre setembro e novembro de 2025, a Casa de Passagem Esperança realizou o desligamento de 103 acolhidos, assegurando que todos deixassem o serviço com o suporte necessário para um novo começo. Desses, 47 permaneceram na Região Norte, 15 seguiram para o Centro-Oeste, 10 para o Sudeste, 6 para a Região Sul, 22 retornaram à Venezuela e 3 não informaram o destino.
Os dados mostram ainda que 112 acolhidos relataram estar apenas de passagem por Porto Velho. Para os 18 que optaram por permanecer na capital, a Prefeitura, em parceria com a instituição, ofereceu acompanhamento até a estabilização social e econômica.
Texto: Jhon Silva/Fotos: Júnior Costa
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)



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