Nicolás Maduro vai voltar, diz filho do ditador

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Nicolás Maduro vai voltar, diz filho do ditador

Nicolasito também foi indiciado nos Estados Unidos, juntamente com seu pai. Reprodução

Porto Velho, RO - Nicolás Ernesto Maduro Guerra (foto), filho de Nicolás Maduro, afirmou que os aliados de seu pai estão mais determinados do que nunca a apoiar o ditador deposto.

Em áudio compartilhado nas redes sociais, ele afirmou:

“Eles não nos verão fracos. O presidente Nicolás Maduro vai voltar. Ele vai voltar. Foi um dia de choque, é claro, estamos todos em choque.”


Conhecido como Nicolasito, Maduro Guerra acrescentou que a reação dos aliados chavistas será organizada e coletiva:

“Mas vamos às ruas, vamos convocar o povo, vamos nos unir, vamos formar um núcleo em torno do nosso mais alto comando político-militar com máxima unidade.”


Atualmente, Nicolás Ernesto Maduro Guerra é membro da Assembleia Nacional da Venezuela e provavelmente permanece no país.

Ele também foi indiciado nos Estados Unidos, juntamente com seu pai, no distrito sul de Nova York.

A acusação, divulgada no sábado, faz parte de um processo federal que já vinha sendo conduzido desde 2020.

Nicolás Maduro havia sido indiciado inicialmente em 2020, junto com outros altos funcionários do regime venezuelanos e ex-líderes de guerrilha colombianos.

A acusação mais recente, no entanto, inclui novas atividades ilegais.

Entre os novos réus estão Nicolás Ernesto Maduro Guerra e a esposa de Maduro, Cilia Flores, que também foi levada para Nova York.

“A história mostrará quem foram os traidores”, disse o jovem Maduro no áudio.

“A história vai revelar. Nós veremos. Mas precisamos nos concentrar em avançar com a nação, levantar as bandeiras de Chávez e trazer de volta em segurança Nicolás Maduro Moros e Cilia Flores.”

A primeira audiência de Maduro

Nicolás Maduro e Cilia Flores devem comparecer pela primeira vez a um tribunal federal em Nova York nesta segunda-feira, 5, ao meio-dia (horário local), diante do juiz Alvin K. Hellerstein.

O casal está detido desde a noite de sábado, 3, no Centro Metropolitano de Detenção (MDC na sigla em inglês) de Brooklyn, uma prisão federal de alta segurança.

O local abriga cerca de 1.600 presos que aguardam julgamento em tribunais federais, e é notório por suas condições precárias e problemas internos de violência.

Fonte: O Antagonista

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