“Próximo ataque será muito pior”, alerta Trump ao Irã

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“Próximo ataque será muito pior”, alerta Trump ao Irã

Armada americana está "apta a cumprir sua missão rapidamente, com velocidade e violência, se necessário", disse o presidente dos EUA. Foto: Daniel Torok/Casa Branca

Porto Velho, RO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez nesta quarta-feira, 28, um novo alerta ao regime do aiatolá Ali Khamenei, no Irã.

Ao instar Teerã a fazer um acordo, Trump relembrou a Operação Martelo da Meia-Noite, na qual os EUA bombardearam as instalações nucleares iranianas, e disse que o “próximo ataque será muito pior”.

“Uma enorme armada está a caminho do Irã. Ela se move rapidamente, com grande poder, entusiasmo e determinação. É uma frota maior, liderada pelo magnífico porta-aviões Abraham Lincoln, do que a enviada à Venezuela. Assim como no caso da Venezuela, está pronta, disposta e apta a cumprir sua missão rapidamente, com velocidade e violência, se necessário. Esperamos que o Irã se sente à mesa de negociações o mais breve possível e chegue a um acordo justo e equitativo – SEM ARMAS NUCLEARES – um acordo que seja bom para todas as partes. O tempo está se esgotando, é realmente essencial! Como eu disse ao Irã uma vez, FAÇAM UM ACORDO! Eles não fizeram, e houve a ‘Operação Martelo da Meia-Noite’, uma grande destruição do Irã. O próximo ataque será muito pior! Não deixem isso acontecer novamente.“

Exercícios militares

O Comando Central dos Estados Unidos deu início a uma série de exercícios de prontidão aérea no Oriente Médio, enquanto as advertências da Casa Branca aumentam a tensão na região.

O governo do Irã afirma que a presença americana gera instabilidade e ameaça tratar como oponentes as nações vizinhas que colaborarem com eventuais ataques.

As operações programadas para vários dias têm como objetivo testar a mobilização e a manutenção do poder aéreo em áreas amplas. Segundo o comunicado oficial, as manobras devem aprimorar parcerias locais e validar táticas de comando integrado entre diferentes nações. O grupo de ataque liderado pelo porta-aviões Abraham Lincoln foi redirecionado do Mar do Sul da China para reforçar o contingente no Golfo Pérsico.

“Nossos aviadores estão provando que podem se dispersar, operar e gerar missões de combate em condições exigentes – com segurança, precisão e ao lado de nossos parceiros”, afirmou Derek France, comandante das operações aéreas do Comando Central. France declarou que o objetivo é assegurar o cumprimento do dever de manter as tropas preparadas para agir onde for necessário.

Fonte: O Antagonista

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