“A lei deve seguir seu curso”, diz rei Charles após a prisão do irmão

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“A lei deve seguir seu curso”, diz rei Charles após a prisão do irmão

Andrew Mountbatten-Windsor foi preso sob suspeita de má conduta em cargo público. Foto: Família Real Britânica

Porto Velho, RO - O rei Charles III (foto) manifestou nesta quinta-feira, 19, “total e irrestrito apoio” à polícia britânica após a prisão de seu irmão Andrew Mountbatten-Windsor.

Em comunicado, o monarca expressou sua “profunda preocupação” com o caso, mas assegurou que “a lei deve seguir seu curso”.

“Recebi com profunda preocupação as notícias sobre Andrew Mountbatten-Windsor e a suspeita de má conduta em cargo público. O que se segue agora é o devido processo legal, justo e adequado, pelo qual esta questão será investigada de forma apropriada e pelas autoridades competentes. Neste sentido, como já afirmei, contam com o nosso total e irrestrito apoio e cooperação.

Deixe-me ser bem claro: a lei deve seguir seu curso.

À medida que este processo continua, não seria apropriado da minha parte comentar mais sobre o assunto. Enquanto isso, minha família e eu continuaremos cumprindo nosso dever e servindo a todos vocês.”

A prisão do ex-príncipe Andrew

O ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor foi preso nesta quinta sob suspeita de má conduta em cargo público.

“Após uma avaliação minuciosa, agora abrimos uma investigação sobre esta alegação de má conduta no exercício de cargo público. É importante que protejamos a integridade e a objetividade da nossa investigação enquanto trabalhamos com nossos parceiros para apurar esta suposta infração”, afirmou o subchefe de polícia Oliver Wright.

A prisão de Andrew ocorre após a polícia anunciar estar investigando se o ex-príncipe enviou relatórios confidenciais a Jeffrey Epstein, financista americano condenado por crimes sexuais e morto em 2019.

Jeffrey Epstein

As alegações contra Andrew incluem sua proximidade com Jeffrey Epstein e a acusação de abuso sexual feita por Virginia Giuffre, que morreu por suicídio em abril, aos 41 anos.

Em suas memórias póstumas, Giuffre afirmou que o príncipe “acreditava que ter relações sexuais comigo era seu direito de nascimento”.

No livro, Giuffre descreve encontros com Andrew em Londres, relatando momentos que duraram menos de meia hora e incluindo supostos pagamentos feitos por Epstein.

Fonte: O Antagonista

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