Porto Velho, RO - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (foto), afirmou nete domingo que 48 “líderes iranianos” foram mortos nos ataques em curso realizados por EUA e Israel contra o Irã.
“Ninguém consegue acreditar no sucesso que estamos tendo, 48 líderes se foram de uma só vez. E isso está avançando rapidamente”, disse o republicano em entrevista à Fox News.
Mais cedo, como mostramos, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram que ao menos 40 comandantes militares do alto escalão do Irã foram mortos nos ataques, incluindo o chefe do Estado-Maior iraniano, Abdolrahim Mousavi.
Também neste domingo, a mídia estatal anunciou a morte de Mahmoud Ahmadinejad, que ocupou a Presidência do Irã entre 2005 e 2013.
Segundo os militares, os ataques também atingiram outros altos membros do regime iraniano – entre eles o líder supremo Ali Khamenei – e foram executados em menos de um minuto.
Outras mortes no alto comando militar
No sábado, as FDI já haviam confirmado a morte de integrantes da cúpula de segurança do Irã durante os bombardeios. Entre os mortos, segundo os militares israelenses, estão o alto funcionário de defesa Ali Shamkhani e o comandante da Guarda Revolucionária Islâmica.
De acordo com as FDI, a ofensiva começou com um “ataque surpresa após a Diretoria de Inteligência Militar identificar dois locais em Teerã onde figuras de alto escalão da liderança de segurança iraniana haviam se reunido”.
Entre os nomes citados está Ali Shamkhani, ex-chefe da Marinha da Guarda Revolucionária e assessor de Khamenei.
Também foi listado Mohammad Pakpour, comandante da Guarda Revolucionária.
Segundo as FDI, ele liderava o “plano do Irã para destruir Israel” e era responsável por ataques com mísseis e drones, além de ter “efetivamente comandar a repressão violenta a manifestantes iranianos durante os protestos internos no mês passado”.
A lista inclui ainda Salah Asadi, chefe de inteligência do quartel-general militar de emergência do Irã, apontado como envolvido no “plano do Irã para destruir Israel”, e Mohammad Shirazi, chefe do gabinete militar de Khamenei desde 1989, descrito como responsável “pela ligação entre os comandantes seniores das Forças Armadas e o líder, e era uma figura central nos escalões mais altos do regime terrorista iraniano”.
Segundo Israel, também foram mortos o ministro da Defesa Aziz Nasirzadeh, a quem atribui responsabilidade “pelas indústrias que produzem mísseis de longo alcance e armas transferidas a aliados do regime, bem como pela organização SPND, que avançava projetos nas áreas de armas nucleares, biológicas e químicas”, além de Hossein Jabal-Amelian e Reza Mozafari-Nia, ligados à SPND. Este último, de acordo com as FDI, “avançou esforços para desenvolver armas nucleares”.
Fonte: O Antagonista



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