Classificação por cores nas UPAs garante prioridade e melhora o atendimento

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Na Mira do Povo

Classificação por cores nas UPAs garante prioridade e melhora o atendimento

Sistema organiza o atendimento com base na gravidade do quadro clínico de cada paciente

Porto Velho, RO - Quem procura atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho pode até estranhar ao ver pessoas sendo atendidas fora da ordem de chegada. No entanto, essa dinâmica segue um protocolo fundamental para salvar vidas: a classificação de risco por cores. Adotado em todo o país, o sistema organiza o atendimento com base na gravidade do quadro clínico de cada paciente.

Logo na entrada da unidade, todos passam por uma triagem realizada por profissionais de enfermagem, que avaliam sintomas, sinais vitais e o estado geral de saúde. Após essa avaliação, o paciente recebe uma classificação que define o tempo de espera e a prioridade no atendimento.

As cores funcionam como um guia rápido e eficiente para as equipes de saúde:

Cores funcionam como um guia rápido e eficiente para as equipes de saúde
  • Vermelho: emergência absoluta, com risco imediato de morte e atendimento imediato;
  • Laranja: casos muito urgentes, que necessitam de atenção rápida; (até 10 minutos de espera)
  • Amarelo: urgência intermediária, com necessidade de atendimento, mas sem risco imediato; (até 1h de espera)
  • Verde: baixa urgência, com possibilidade de aguardar; (até 2h de espera)
  • Azul: situações não urgentes, que podem ser encaminhadas para a atenção básica. (até 4h de espera)
Prioridade

De acordo com o Diretor Técnico UPA Sul, Maxwendell Gomes Batista, mais do que organizar filas, o sistema tem papel decisivo na redução da superlotação das unidades. Ao identificar rapidamente os casos mais graves, as equipes conseguem priorizar recursos e orientar pacientes com quadros leves a buscarem atendimento em postos de saúde.

Segundo Léo Moraes, com esse protocolo, as UPAs de Porto Velho reforçam o compromisso com um atendimento mais organizado

“Aqui na UPA Sul, por exemplo, são em média 500 atendimentos por dia. A movimentação é grande, por isso seguimos o protocolo de Manchester. O Paciente, por exemplo, que está em choque, em parada cardiorrespiratória, ou em iminência de parada cardiorrespiratória tem prioridade por causa do risco eminente”, destacou o diretor.

Ainda segundo Maxwendell Gomes, essa triagem inicial também contribui para tornar o serviço mais ágil. Com um fluxo melhor distribuído, diminui-se o tempo de espera para atendimentos urgentes e aumenta-se a eficiência no uso das equipes e da estrutura das UPAs, em especial da unidade da zona sul da capital.

Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, com esse protocolo, as UPAs de Porto Velho reforçam o compromisso com um atendimento mais organizado, humanizado e eficiente, onde a prioridade é sempre preservar vidas.

“A gente sabe que em situações de emergência, cada minuto conta e a classificação de risco é uma ferramenta essencial para que o atendimento aconteça no tempo certo. Por isso é fundamental a população buscar as UPAs quando se enquadrarem nesses critérios”, finaliza.

Texto: André Oliveira/Edição: Secom/Fotos: Laura Macêdo
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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