A convocação da Seleção Brasileira para os amistosos contra França e Croácia, em março, nos Estados Unidos. Carlo Ancelotti. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil.
Porto Velho, RO -- A convocação da Seleção Brasileira feita por Carlo Ancelotti para os amistosos contra França e Croácia, em março, nos Estados Unidos, é tratada como o último grande teste antes da lista final para a Copa do Mundo de 2026, o que torna cada nome chamado – e cada ausência – decisivo na definição da base do elenco.
Convocação da Seleção Brasileira para os amistosos de março
A lista divulgada nesta segunda-feira (16), às 15h30 (de Brasília), é um retrato do que Ancelotti enxerga como espinha dorsal para 2026. O treinador busca equilíbrio entre experiência e renovação, além de lidar com lesões em posições-chave.
A convocação passa a ser observada não só pelos resultados em campo, mas também pelo desenho tático e pelo perfil dos atletas. O técnico usa os amistosos como teste de entrosamento e de competitividade em alto nível.
Quem são os goleiros e defensores convocados
Entre os goleiros, foram chamados Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr) e Ederson (Fenerbahce). O trio reúne experiência em grandes ligas europeias e regularidade em clubes competitivos, fator considerado essencial em ano pré-Copa.
Nas laterais, aparecem Alex Sandro e Danilo, ambos do Flamengo, além de Douglas Santos (Zenit) e Wesley (Roma). Na zaga, os nomes são Bremer (Juventus), Gabriel Magalhães (Arsenal), Ibañez (Al-Ahli), Léo Pereira (Flamengo) e Marquinhos (PSG), mesclando liderança e jogadores em ascensão.
Como está estruturado o meio-campo da Seleção
No meio-campo, Ancelotti manteve a aposta em jogadores com força física e bom passe: Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad) e Gabriel Sara (Galatasaray).
O setor é pensado para dar proteção à defesa e saída qualificada.
A coexistência de Casemiro e Fabinho reforça a ideia de marcação intensa, enquanto Andrey Santos e Gabriel Sara oferecem mais chegada à área e criatividade.
Assim, o técnico ganha alternativas para esquemas mais defensivos ou ofensivos.
Quais atacantes foram chamados e como podem ser usados na Seleção Brasileira
Esse grupo reúne pontas velozes, centroavantes de área e atacantes móveis, abrindo espaço para variações de esquema.
A presença de Vinícius Júnior, por exemplo, reforça um modelo de jogo da Seleção Brasileira com profundidade e velocidade pelos lados.
Confira abaixo a lista completa do convocados:
- Goleiros
Alisson – Liverpool
Bento – Al-Nassr
Ederson – Fenerbahce
Bento – Al-Nassr
Ederson – Fenerbahce
- Laterais
Alex Sandro – Flamengo
Danilo – Flamengo
Douglas Santos – Zenit
Wesley – Roma
Danilo – Flamengo
Douglas Santos – Zenit
Wesley – Roma
- Zagueiros
Bremer – Juventus
Gabriel Magalhães – Arsenal
Ibañez – Ah-Ahli
Léo Pereira – Flamengo
Marquinhos – PSG
Gabriel Magalhães – Arsenal
Ibañez – Ah-Ahli
Léo Pereira – Flamengo
Marquinhos – PSG
- Meias
Andrey Santos – Chelsea
Casemiro – Manchester United
Danilo – Botafogo
Fabinho – Al-Ittihad
Gabriel Sara – Galatasaray
Casemiro – Manchester United
Danilo – Botafogo
Fabinho – Al-Ittihad
Gabriel Sara – Galatasaray
- Atacantes
Endrick – Lyon
Gabriel Martinelli – Arsenal
Igor Thiago – Brentford
Luiz Henrique – Zenit
Matheus Cunha – Manchester United
Raphinha – Barcelona
Rayan – Bournemouth
Vinícius Júnior – Real Madrid
João Pedro – Chelsea
Gabriel Martinelli – Arsenal
Igor Thiago – Brentford
Luiz Henrique – Zenit
Matheus Cunha – Manchester United
Raphinha – Barcelona
Rayan – Bournemouth
Vinícius Júnior – Real Madrid
João Pedro – Chelsea
Quais são as principais baixas e o que os amistosos revelam
As lesões afetam diretamente esta Data Fifa. Rodrygo (Real Madrid) teve grave lesão no joelho e está fora da Copa; Bruno Guimarães (Newcastle) se recupera de problema muscular, com expectativa de chegar ao Mundial. Vanderson (Mônaco) e Estêvão (Chelsea) também preocupam por questões físicas.
Os amistosos contra França e Croácia funcionam como laboratório final para ajustes táticos, definição de hierarquia de posições e observação de novos nomes.
Mesmo com desfalques, Ancelotti já sinaliza uma base clara para a disputa da Copa do Mundo de 2026.
Fonte: O Antagonista



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