ENTENDA O CASO: O QUE FOI ANALISADO
A Corte de Contas avaliou o cumprimento de decisões antigas relacionadas à gestão municipal, envolvendo áreas como:
- Educação
- Transparência pública
- Administração tributária
- Estrutura do Conselho do Fundeb
DECISÃO DO TCE: SEM MULTA, MAS COM ALERTAS
Apesar de identificar falhas, o Tribunal entendeu que:
- Houve cumprimento parcial das determinações
- A gestão apresentou esforços concretos para corrigir problemas
- Não houve dolo (intenção de erro) nem erro grosseiro
✔️ Considerar o objetivo da fiscalização como cumprido
✔️ Não aplicar penalidades financeiras aos responsáveis
✔️ Determinar novas medidas para ajustes na gestão
QUEM ESTAVA ENVOLVIDO
Entre os responsáveis analisados estão:
- Cornélio Duarte de Carvalho
- Kassiele Pinheiro Bossa
- Edilson Crispin Dias
O atual gestor deverá adotar medidas importantes no prazo de 60 dias:
- Melhorar a transparência: publicar audiências públicas no portal
- Fortalecer o Fundeb: garantir estrutura adequada ao conselho
- Cobrar dívidas ativas: aumentar a recuperação de créditos municipais
POR QUE NÃO HOUVE MULTA?
O TCE-RO aplicou um entendimento técnico baseado na legislação:
➡️ Multas só devem ocorrer quando há dolo ou erro grave
➡️ Municípios pequenos enfrentam limitações estruturais e financeiras
➡️ A atuação do Tribunal também tem caráter educativo e orientador, não apenas punitivo
O TCE-RO aplicou um entendimento técnico baseado na legislação:
➡️ Multas só devem ocorrer quando há dolo ou erro grave
➡️ Municípios pequenos enfrentam limitações estruturais e financeiras
➡️ A atuação do Tribunal também tem caráter educativo e orientador, não apenas punitivo
IMPACTO DA DECISÃO
A decisão reforça um posicionamento importante do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia:
👉 Nem toda irregularidade gera punição automática
👉 O foco também está na correção de falhas e melhoria da gestão pública
CONCLUSÃO
O caso de São Miguel do Guaporé mostra que o controle externo pode atuar de forma equilibrada, reconhecendo avanços administrativos mesmo diante de dificuldades.
A decisão mantém a cobrança por melhorias, mas evita penalizar gestores quando não há má-fé — uma sinalização importante para outros municípios de pequeno porte em Rondônia.



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