Antes mesmo do sol nascer, o caminhoneiro Ageu Batista, já está na estrada. A rotina é puxada, marcada por viagens longas, prazos apertados e um desafio constante: enfrentar um acesso que nem sempre ajuda quem precisa trabalhar.
Acostumado com os trechos mais difíceis da rota até a região portuária, ele conhece bem os impactos que a estrada traz no dia a dia. “ Toda vida eles arrumavam, mas ficava três viagens e já estava ruim de novo. Agora vai melhorar, é uma melhoria muito boa”, conta.
A fala simples carrega a realidade de quem depende da estrada para garantir o sustento. Buracos, trepidações e desgaste constante fazem parte da rotina de muitos profissionais, afetando não só o tempo de viagem, mas também a manutenção dos veículos. “Na questão de manutenção, o veículo sofre muito. Pneu desloca, dá problema direto. Quando a estrada melhora, tudo muda pra gente”, completa.
A obra do Expresso Porto surge justamente como resposta a esses desafios. A proposta é reorganizar o acesso à área portuária, facilitando o tráfego de caminhões e reduzindo gargalos que hoje travam o fluxo.
Melhoria na via não encurta apenas distâncias físicas. Ela reduz custos logísticos.Para quem vive esse percurso diariamente, a mudança vai além da infraestrutura. Ela impacta diretamente o tempo de trabalho, o custo das viagens e até a segurança.
Carreteiros, produtores rurais e empresários ligados ao setor portuário acompanham de perto a evolução da obra. Todos compartilham da mesma expectativa: menos espera, mais previsibilidade e melhores condições de circulação.
No setor agro, onde o tempo é determinante para o escoamento da produção, cada minuto parado representa prejuízo. Já para operadores de porto, um acesso mais eficiente significa mais competitividade e maior capacidade de movimentação.
A melhoria na via não encurta apenas distâncias físicas. Ela reduz custos logísticos, evita perdas e fortalece toda a cadeia produtiva que movimenta Porto Velho. Para quem está atrás do volante todos os dias, a mudança tem um significado direto: trabalhar melhor, com mais segurança e menos desgaste.
O prefeito Léo Moraes destacou que a obra nasce da necessidade de atender quem vive a realidade da estrada todos os dias. “Essa intervenção foi pensada ouvindo quem está na ponta, quem trabalha, produz e movimenta a economia da nossa cidade. Melhorar o acesso ao porto é garantir mais agilidade, reduzir custos e dar condições dignas para quem depende dessa rota. É uma obra que impacta diretamente o dia a dia das pessoas e fortalece o desenvolvimento de Porto Velho”.
Texto: Jhon Silva/Edição: Secom/Fotos: Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Carreteiros, produtores rurais e empresários ligados ao setor portuário acompanham de perto a evolução da obra. Todos compartilham da mesma expectativa: menos espera, mais previsibilidade e melhores condições de circulação.
No setor agro, onde o tempo é determinante para o escoamento da produção, cada minuto parado representa prejuízo. Já para operadores de porto, um acesso mais eficiente significa mais competitividade e maior capacidade de movimentação.
A melhoria na via não encurta apenas distâncias físicas. Ela reduz custos logísticos, evita perdas e fortalece toda a cadeia produtiva que movimenta Porto Velho. Para quem está atrás do volante todos os dias, a mudança tem um significado direto: trabalhar melhor, com mais segurança e menos desgaste.
O prefeito Léo Moraes destacou que a obra nasce da necessidade de atender quem vive a realidade da estrada todos os dias. “Essa intervenção foi pensada ouvindo quem está na ponta, quem trabalha, produz e movimenta a economia da nossa cidade. Melhorar o acesso ao porto é garantir mais agilidade, reduzir custos e dar condições dignas para quem depende dessa rota. É uma obra que impacta diretamente o dia a dia das pessoas e fortalece o desenvolvimento de Porto Velho”.
Texto: Jhon Silva/Edição: Secom/Fotos: Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)



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