
A coordenadora do Gaema, promotora de Justiça Valéria Giumelli Canestrini, acompanhada da assistente jurídica Jovina Freire da Silva, realizou uma visita à Unir para acompanhar a situação do patrimônio espeleológico e arqueológico de Rondônia.
Durante o encontro, a equipe da universidade apresentou materiais resgatados em sítios arqueológicos e explicou a relevância desses vestígios para a compreensão da história e da cultura locais. De acordo com as informações compartilhadas pela instituição, existem sítios com registros que podem chegar a 10 mil anos.
A reunião também abordou os obstáculos enfrentados pela universidade, como a escassez de recursos financeiros, a falta de profissionais especializados e as exigências para o levantamento, a catalogação e o estudo das peças que integram o acervo, normalmente encontradas em procedimentos de licenciamento ambiental.
Outro ponto discutido foi a articulação interinstitucional para aproximar a população do patrimônio arqueológico e ampliar o conhecimento sobre a história de Rondônia e de Porto Velho. A viabilização dessas iniciativas, contudo, está condicionada à superação de dificuldades logísticas e financeiras, que envolvem transporte, montagem de exposições e organização de espaços, além da ampliação do quadro técnico.
O Gaema dará continuidade às tratativas com a Unir e outros órgãos para analisar alternativas de divulgação dos acervos e facilitação do acesso público, reforçando a cooperação institucional voltada à conservação e à memória cultural e ambiental do estado.
Fonte: Na Mira do Povo, com informações do Ministério Público.


0 Comentários