Premiês do Reino Unido e Canadá discutem guerra no Oriente Médio

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Premiês do Reino Unido e Canadá discutem guerra no Oriente Médio

Keir Starmer e Mark Carney estão preocupados com o impacto do fechamento contínuo do Estreito de Ormuz na navegação internacional. Foto: Divulgação/Governo britânico

Porto Velho, RO - Os primeiros-ministros do Reino Unido, Keir Starmer (foto), e do Canadá, Mark Carney, discutiram neste domingo, 15, por telefone, a situação do Oriente Médio, incluindo o impacto do fechamento contínuo do Estreito de Ormuz na navegação internacional. A informação foi confirmada pelo governo britânico.

“Eles concordaram em discutir mais a fundo o conflito em curso em sua reunião de amanhã, entre outras questões bilaterais”, diz o comunicado.

O Oriente Médio passa por uma guerra, há duas semanas, com o Irã de um lado e Israel e Estados Unidos do outro. O Estreito de Ormuz fica entre o Irã e Omã. Ele conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico. É profundo e largo o suficiente para acomodar os maiores petroleiros do mundo e consiste num dos pontos de estrangulamento mais importantes para o fluxo de petróleo no mundo.

Starmer discutiu a crise em Ormuz com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por telefone, neste domingo também.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse neste domingo que o país do Oriente Médio está aberto a conversar com países que desejam acessar o Estreito com segurança e que o governo iraniano já foi procurado por vários deles.

As declarações foram feitas em entrevista à CBS News. Ao ser questionado se o Irã está aberto à retomada da circulação de navios de petróleo e gás pelo Estreito, pontuou: “Bem, estamos abertos a países que queiram conversar conosco sobre a passagem segura de seus navios”.

Na sequência, questionado se estão negociando com a França e a Itália, respondeu: “Não posso mencionar nenhum país em particular, mas fomos procurados por diversos países que desejam uma passagem segura para seus navios. E essa decisão cabe às nossas Forças Armadas, que já decidiram permitir a passagem segura de um grupo de navios de diferentes países. Portanto, oferecemos segurança para a passagem deles, pois não fechamos este estreito. Eles não vêm por conta própria devido à insegurança existente, causada pela agressão dos EUA”.

Fonte: O Antagonista

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