Porto Velho, RO - O Senado dos Estados Unidos barrou nesta quarta, 4, uma resolução que buscava limitar os poderes do presidente Donald Trump na guerra contra o Irã.
Por 53 votos a 47, os parlamentares decidiram respaldar as ações militares americanas em conjunto com Israel contra alvos iranianos.
A resolução bipartidária, apresentada pelo democrata Tim Kaine e pelo republicano Rand Paul, ordenava a retirada das forças americanas do Irã, salvo autorização expressa do Congresso.
A discussão gira em torno de uma lei de 1973 que permite ao presidente dos Estados Unidos iniciar uma intervenção militar limitada para responder a uma situação de emergência.
Mísseis de precisão de longo alcance
O Exército americano utilizou mísseis de ataque de prisão de longo alcance (PrSMs, na sigla em inglês) em combate pela primeira vez durante a guerra contra o Irã.
A informação foi divulgada nesta quarta, 4, pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM), a autoridade militar responsável pelas operações de Washington no Oriente Médio.
“Não poderia estar mais orgulhoso dos nossos homens e mulheres em uniforme, que utilizam a inovação para criar dilemas para o inimigo”, afirmou Almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM.
O sistema PrSM foi apresentado como o desenvolvimento mais avançado em mísseis de precisão no arsenal dos EUA e foi projetado para atingir alvos a longa distância, superando o sistema anterior tanto em alcance quanto em capacidade destrutiva.
O CENTCOM divulgou imagens do lançamento e especificou que a plataforma permite criar problemas para o adversário por meio de ataques precisos a alvos específicos, aumentando a eficácia das operações militares e a capacidade de dissuasão dos Estados Unidos contra ameaças regionais.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, já havia previsto que o país possuía um arsenal quase ilimitado de bombas de gravidade de precisão e que esses recursos começariam a ser usados na ofensiva contra o Irã.
Fonte: O Antagonista



0 Comentários