Porto Velho, RO - A veterana do Exército dos Estados Unidos, Courtney Williams, foi presa nesta terça, 7, por supostamente vazar informações confidenciais a pessoas não autorizadas, entre elas um jornalista.
Em comunicado, o FBI afirmou que a militar atuou entre 2010 e 2016 em uma unidade especial, o que lhe garantiu acesso a dados classificados como “Top Secret”. Durante esse período, ela assinou termos de confidencialidade e recebeu treinamento específico sobre o manuseio de informações sensíveis.
Segundo a acusação, ela manteve contato frequente com um jornalista por telefone e mensagens, somando mais de 10 horas de ligações e ao menos 180 trocas de texto entre 2022 e 2025.
Em comunicado, o FBI afirmou que a militar atuou entre 2010 e 2016 em uma unidade especial, o que lhe garantiu acesso a dados classificados como “Top Secret”. Durante esse período, ela assinou termos de confidencialidade e recebeu treinamento específico sobre o manuseio de informações sensíveis.
Segundo a acusação, ela manteve contato frequente com um jornalista por telefone e mensagens, somando mais de 10 horas de ligações e ao menos 180 trocas de texto entre 2022 e 2025.
Em uma das mensagens, o jornalista se identificou e afirmou buscar informações sobre uma unidade militar especial para um artigo e um livro.
Após o contato com Courtney, o profissional publicou os conteúdos, citando a militar como fonte e atribuindo a ela declarações. Algumas com informações classificadas de defesa nacional. Além disso, a acusação afirma que a militar também divulgou dados sensíveis em redes sociais.
Na data de publicação, ela demonstrou preocupação com a divulgação de dados sigilosos. Em uma delas, disse estar “preocupada com a quantidade de informações confidenciais que estavam sendo divulgadas” e admitiu que poderia ser presa pela troca de mensagens.
“Courtney Williams jurou proteger os segredos de nossa nação como funcionária de uma Unidade Militar Especial do Exército, mas supostamente traiu esse juramento ao compartilhar informações confidenciais com um veículo de comunicação, colocando nossa nação, nossos militares e nossos aliados em risco”, disse o diretor assistente Roman Rozhavsky, da Divisão de Contrainteligência e Espionagem do FBI.
Segundo Rozhavsky, a acusação contra Courtney deve “servir como um alerta severo” a quem estiver “pensando em violar suas posições de confiança.”
“Se você colocar em risco nossa segurança nacional divulgando informações confidenciais sem autorização, o FBI o responsabilizará por seus crimes.”
O caso está sob investigação do escritório do FBI em Charlotte e será conduzido por promotores federais da Carolina do Norte e da Divisão de Segurança Nacional dos EUA.
Após o contato com Courtney, o profissional publicou os conteúdos, citando a militar como fonte e atribuindo a ela declarações. Algumas com informações classificadas de defesa nacional. Além disso, a acusação afirma que a militar também divulgou dados sensíveis em redes sociais.
Na data de publicação, ela demonstrou preocupação com a divulgação de dados sigilosos. Em uma delas, disse estar “preocupada com a quantidade de informações confidenciais que estavam sendo divulgadas” e admitiu que poderia ser presa pela troca de mensagens.
“Courtney Williams jurou proteger os segredos de nossa nação como funcionária de uma Unidade Militar Especial do Exército, mas supostamente traiu esse juramento ao compartilhar informações confidenciais com um veículo de comunicação, colocando nossa nação, nossos militares e nossos aliados em risco”, disse o diretor assistente Roman Rozhavsky, da Divisão de Contrainteligência e Espionagem do FBI.
Segundo Rozhavsky, a acusação contra Courtney deve “servir como um alerta severo” a quem estiver “pensando em violar suas posições de confiança.”
“Se você colocar em risco nossa segurança nacional divulgando informações confidenciais sem autorização, o FBI o responsabilizará por seus crimes.”
O caso está sob investigação do escritório do FBI em Charlotte e será conduzido por promotores federais da Carolina do Norte e da Divisão de Segurança Nacional dos EUA.
Fonte: O Antagonista



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