
Mais próximos da sociedade, mais conectados às necessidades da população e cada vez mais orientados à geração de resultados concretos. Pesquisa nacional revela que os Tribunais de Contas estão entre as instituições de maior confiança do país, reforçando o reconhecimento social do papel do controle externo na melhoria das políticas públicas e na geração de valor público.
O levantamento “Grau de Confiança nas Instituições Brasileiras”, realizado pela Exata OP – Opinião e Estratégia, ouviu 6 mil pessoas em todos os estados brasileiros e utilizou uma escala de 0 a 10 para medir a confiança da população nas principais instituições nacionais.
O resultado coloca os Tribunais de Contas na quinta posição do ranking geral, com nota 6,5, à frente de organizações como Ministério Público, Poder Judiciário, Tribunal Eleitoral, Sistema Único de Saúde e imprensa.Acesse aqui a pesquisa na íntegra.
Mais do que uma colocação, o resultado evidencia uma transformação importante na forma como a sociedade percebe o papel do controle externo.

Durante décadas, os Tribunais de Contas foram reconhecidos principalmente por sua atuação técnica e fiscalizatória. Hoje, continuam exercendo essa missão com rigor, mas passam a ser percebidos também pelos resultados que ajudam a produzir na vida das pessoas.
É justamente essa mudança que ajuda a explicar o avanço da confiança pública.
CONFIANÇA É CONSEQUÊNCIA DE RESULTADOS
O estudo revela um padrão importante. As instituições mais bem avaliadas são aquelas que a população percebe como úteis, presentes e capazes de gerar benefícios concretos para a sociedade.
O Corpo de Bombeiros lidera o ranking com nota 8,3. Na sequência aparecem Igrejas (6,8), Escolas Públicas (6,7), Polícia Federal (6,7) e os Tribunais de Contas (6,5).
A diferença entre os Tribunais de Contas e algumas das instituições mais confiáveis do Brasil é mínima: apenas 0,2 ponto em relação às Escolas Públicas e à Polícia Federal e 0,3 ponto em relação às Igrejas.
Os números demonstram que o controle externo vem conquistando um espaço crescente de legitimidade e reconhecimento junto à sociedade brasileira.
Orientação e formação de gestores e servidores públicosMais do que fiscalizar contas públicas, os Tribunais de Contas têm ampliado sua atuação na orientação de gestores, no acompanhamento de políticas públicas, na prevenção de falhas administrativas e na busca por soluções capazes de melhorar áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura, assistência social e sustentabilidade.
Na prática, isso significa transformar conhecimento técnico em benefícios percebidos pela população.
EM RONDÔNIA, TECNOLOGIAS DE GOVERNANÇA AJUDAM A TRANSFORMAR RESULTADOS EM VALOR PÚBLICO
O resultado da pesquisa dialoga diretamente com um movimento de transformação que tem conquistado força no sistema Tribunais de Contas e que encontra no Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) uma de suas expressões mais inovadoras.

O TCE-RO passou a desenvolver e consolidar tecnologias de governança voltadas a fortalecer a conexão entre conhecimento técnico, tomada de decisão, resultados institucionais e geração de benefícios concretos para a sociedade.
Entre essas iniciativas estão o CHAP (Conhecimento, Habilidade, Atitude e Propósito) e a M-RAIG, modelos que conectam diagnóstico, ação, resultados, impactos e geração de valor público.
Mais do que metodologias de gestão, essas abordagens ajudam a responder uma pergunta cada vez mais presente nas instituições contemporâneas: quais mudanças concretas foram produzidas para a vida das pessoas?
Sob essa perspectiva, a análise deixa de se concentrar apenas nas atividades realizadas e passa a observar também os resultados alcançados, os impactos produzidos e o valor público gerado para a sociedade.

Quando uma ação de controle contribui para melhorar a saúde pública, fortalecer a educação, aperfeiçoar a gestão ou ampliar a qualidade dos serviços oferecidos ao cidadão, o resultado ultrapassa os limites administrativos e passa a produzir efeitos concretos na vida das pessoas.
Essa visão também inspira a Portaria nº 68/2026, que instituiu no TCE-RO uma política editorial orientada por propósito, resultados, impactos e valor público.
A diretriz fortalece uma comunicação voltada não apenas para relatar atividades institucionais, mas para demonstrar, de forma clara, quais benefícios foram gerados para a sociedade.

Nesse contexto, a confiança deixa de ser compreendida como um objetivo isolado e passa a ser entendida como consequência natural de instituições capazes de produzir resultados relevantes, impactos positivos e valor público para a população.
O TCE-RO E A CONSTRUÇÃO DE VALOR PÚBLICO PARA A SOCIEDADE
Dentro desse cenário, o TCE-RO tem se consolidado como uma das referências nacionais em inovação, gestão de pessoas, comunicação pública, fiscalização orientada por resultados e transformação institucional.
Nos últimos anos, a atuação do Tribunal ampliou sua presença em agendas diretamente relacionadas à vida da população, fortalecendo ações voltadas à saúde, educação, primeira infância, infraestrutura, sustentabilidade, governança e melhoria dos serviços públicos.

O reconhecimento obtido em diversas premiações nacionais nas áreas de inovação, gestão pública, gestão de pessoas, comunicação institucional, transformação digital e valorização de servidores é reflexo de uma estratégia construída a partir de um propósito claro: gerar valor público.
Mais do que modernizar processos internos, o TCE-RO tem buscado aproximar o controle externo da sociedade, traduzindo temas complexos em informações acessíveis e demonstrando como a fiscalização responsável pode contribuir para melhorar a vida das pessoas.
Essa aproximação fortalece a transparência, amplia a compreensão do papel institucional do Tribunal e contribui para consolidar relações de confiança com a população.
FÓRUM NACIONAL REFORÇOU O DEBATE SOBRE O FUTURO DO CONTROLE EXTERNO
O resultado da pesquisa surge após um momento simbólico para o Tribunal de Contas de Rondônia e para o próprio sistema de controle externo brasileiro.
Recentemente, o TCE-RO reuniu especialistas, autoridades e gestores públicos de diversas regiões do país durante o Fórum Nacional realizado em celebração aos 43 anos do Tribunal de Contas e do Ministério Público de Contas de Rondônia.

O encontro promoveu reflexões sobre temas centrais para o futuro das instituições públicas, como democracia, governança, inovação, liderança, controle externo e impacto social das políticas públicas.
As discussões convergiram para uma compreensão cada vez mais presente no setor público moderno: a legitimidade institucional é fortalecida quando organizações conseguem transformar conhecimento técnico em benefícios percebidos pela população.

Essa visão dialoga diretamente com os resultados apresentados pela pesquisa nacional e com os desafios contemporâneos da administração pública.
O QUE DIZ O RANKING DA CONFIANÇA
O levantamento nacional aponta o Corpo de Bombeiros na liderança, com nota 8,3, seguido por Igrejas (6,8), Escolas Públicas (6,7), Polícia Federal (6,7) e Tribunais de Contas (6,5).
Logo atrás aparecem Forças Armadas (6,4), Polícia Militar e Civil (5,7), Ministério Público (5,5), Sistema Único de Saúde (5,5), Tribunal Eleitoral (5,0) e Poder Judiciário (4,9).
Nas últimas posições figuram Governo Federal (4,6), Congresso Nacional (3,7) e Partidos Políticos (3,2).Acesse aqui a pesquisa na íntegra.
Mais do que a colocação alcançada, chama atenção o grupo em que os Tribunais de Contas estão inseridos. As instituições mais bem avaliadas pela população são justamente aquelas associadas à confiança, à proteção da sociedade e à geração de resultados concretos.

Nesse contexto, o desempenho obtido reforça o reconhecimento crescente do papel exercido pelo controle externo no fortalecimento das políticas públicas e na melhoria da qualidade de vida da população.
CONFIANÇA SE CONSTRÓI COM RESULTADOS
A pesquisa retrata um momento importante para o sistema Tribunais de Contas. Em um cenário de crescente exigência por transparência, eficiência e entregas concretas, o reconhecimento da população demonstra que a confiança institucional é construída quando o trabalho técnico se transforma em benefícios percebidos pela sociedade.
Mais do que fiscalizar recursos públicos, os Tribunais de Contas vêm fortalecendo sua atuação na orientação de gestores, no aperfeiçoamento das políticas públicas e na geração de resultados capazes de produzir impacto social.

A pesquisa revela que a confiança pública não é o ponto de partida. Ela é consequência de instituições que transformam fiscalização em melhorias, governança em resultados e conhecimento técnico em valor público.
Uma trajetória em que propósito gera resultados, resultados produzem impactos, impactos criam valor público e o valor público se transforma em confiança.


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