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Na Mira do Povo

Três pessoas são condenadas em Rondônia após operação do Gaeco

Três pessoas são condenadas em Rondônia após operação do Gaeco

Três réus denunciados no âmbito da operação "Labirinto de Bronze" foram condenados pela Justiça após investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão vinculado ao Ministério Público de Rondônia (MPRO).

A ação penal decorre de diligências cumpridas em uma propriedade rural em Cujubim, com o apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar (BOPE/PMRO), ocasião em que foram apreendidas armas e munições de uso permitido e restrito.

Durante a instrução do processo, ficou comprovado que o armamento estava distribuído entre os acusados, incluindo pistolas, espingarda, carabina e um revólver com numeração suprimida encontrado no dormitório de um dos réus, além de armas registradas em nome de uma denunciada e cedidas irregularmente a terceiros.

O primeiro réu foi condenado a 4 anos, 9 meses e 5 dias de reclusão em regime fechado por posse ilegal de arma de uso restrito e posse irregular de arma de uso permitido. O segundo recebeu pena de 3 anos e 6 meses em regime semiaberto pela posse de arma com numeração suprimida, e a terceira denunciada foi sentenciada a 2 anos e 4 meses em regime aberto por porte ilegal decorrente da cessão irregular de armamentos.

A sentença determinou a manutenção da prisão preventiva dos dois condenados que já estavam custodiados, com a adequação de um deles ao regime semiaberto, e ordenou o encaminhamento do material apreendido ao Comando do Exército para destruição ou doação.

O Ministério Público de Rondônia informou que vai recorrer da decisão para tentar aumentar as penas e estabelecer o regime fechado, alegando a quantidade e variedade de armas, a multiplicidade de fatos e o contexto de atuação em milícia privada para segurança e desocupação forçada de áreas rurais em disputa.

Fonte: Na Mira do Povo, com informações do Ministério Público.

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