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Na Mira do Povo

Ministro paquistanês chama Israel de “Estado cancerígeno”

"Israel é maligno e uma maldição para a humanidade", escreveu Khawaja Asif no X. Foto: @IsraeliPM

Porto Velho, RO - O ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, afirmou nesta quinta-feira, 9, que Israel é “maligno” e um “Estado cancerígeno”.

A declaração de Asif, que representa o governo mediador das conversas entre Estados Unidos e Irã, ocorre em meio aos ataques israelenses contra o grupo terrorista Hezbollah no Líbano.

“Israel é maligno e uma maldição para a humanidade, enquanto negociações de paz estão em andamento em Islamabad, genocídio está sendo cometido no Líbano. Cidadãos inocentes estão sendo mortos por Israel, primeiro Gaza, depois o Irã e agora o Líbano, o derramamento de sangue continua sem parar. Espero e rezo para que as pessoas que criaram esse Estado cancerígeno na terra palestina para se livrar dos judeus europeus queimem no inferno”, escreveu no X.

Israel e Líbano

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que iniciará negociações com o Líbano por um cessar-fogo “assim que possível”.

As conversas devem se concentrar no desarmamento do grupo Hezbollah e na construção de relações mais estáveis entre os dois países.

“Em resposta aos repetidos apelos do Líbano por negociações diretas com Israel, instruí ontem o gabinete a iniciar negociações diretas com o Líbano o mais breve possível”, disse ele.

Segundo Netanyahu, Israel “acolhe com satisfação o apelo feito hoje pelo primeiro-ministro do Líbano para a desmilitarização de Beirute”.
Acordo com Irã

Também nesta quinta, 9, o presidente americano, Donald Trump, disse à NBC News que estava “muito otimista” em relação à possibilidade de um acordo de paz com o Irã.

“Estou muito otimista. Acredito que um acordo é possível”, disse Trump por telefone.

O presidente dos EUA considerou que os líderes iranianos “são muito mais razoáveis ​​em reuniões privadas do que em suas declarações públicas” e garantiu que “eles estão aceitando tudo o que têm que aceitar”.

Fonte: O Antagonista

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